Ócio criativo

ocioEm meio as minhas “mini” férias, tenho tido a oportunidade de ouvir, ver e ler muito. Mas muito mesmo. E com tempo sobrando, até aquela eterna faxina no guarda-roupas eu já fiz. Conseqüentemente, tenho vááários assuntos que dariam ótimos posts. Abaixo, segue um resumo sem-vergonnha do que mais me chamou atenção nos últimos dias. Em breve, textos mais profundos! ;)

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A Dambisa Moyo estava em uma entrevista com Jorge Pontual há alguns dias na Globo News. Posso confessar? Bateu um orgulhozinho saber que euzinha aqui já havia entrevistado-a, e que o Pontual lá estava meio atrasado no assunto. Ela, economista nascida no Zâmbia, escreveu livro onde defende o fim de determinadas ajudas financeiras a seu continente de nascença. (Ok, entrego para você: a Zâmbina fica na África).

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Gabriela Silva Leite, no Roda Viva, estava maravilhosa. Ela, apesar de ser criadora da ONG Davida, é mais conhecida pela Daspu e por ter sido puta, como autodefine-se. Estudava na USP nos anos 70 e quis saber como era a vida das prostitutas. Acabou gostando e fazendo sua vida rodeada de meretrizes. Defende a regulamentação da profissão, que julga ser tão digna tanto quanto outras. Seu livro, “Filha, Mãe, Avó e Puta“, está na minha (infinita)  lista-de-obras-que-quero-muito ler.

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Falando em livros, após ser infectada por Stephenie Meyer e sua quadrilogia de Crepúsculo, mergulhei nas vidas de Rob J. Coles. O Físico e o Xamã não saem de minhas maõs, olhos e pensamento – o que não é pouca coisa, já que Edward e Bella são personagens meio.. fixos, se é que você, fã de Twilight,  me entende. Mérito de Noah Gordon.

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Preenchendo fichas e fichas e páginas e páginas de estágios na internet. Se alguém nunca se sentiu meio “nunca-vão-ler-isso”, levante a mão e junte-se ao clube. Não custa tentar, né? ;)

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E sim. Estou indignada com a abolição, ops, com o fim da obrigatoriedade do diploma para jornalistas. O ensino superior precisa de reformas (jura? nem dava para perceber!!), mas acabar com o diploma não resolve a situação. Informação é coisa séria, e o mínimo que se pode esperar é uma formação superior. Ali, o futuro periodista poderá refletir sobre sua profissão, ampliar sua mente com opiniões alheias e, claro, estudar a fundo o que fará quando tornar-se um foca.

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